Uma plataforma nascida da ciência — desenvolvida por pesquisadores com publicações em infectologia e resistência antimicrobiana, para profissionais que fazem a diferença no desfecho dos pacientes.
Levar inteligência de dados microbiológicos para dentro dos programas de Stewardship Antimicrobiano, reduzindo o tempo de mudança de conduta e contribuindo para o uso racional de antimicrobianos.
Ser a referência nacional em plataformas de inteligência microbiológica hospitalar, conectando laboratório, clínica e epidemiologia em um único ambiente integrado e baseado em evidências.
Rigor científico, transparência nos algoritmos, segurança e privacidade dos dados (LGPD), e comprometimento com o impacto real na saúde do paciente.
Nascemos da frustração de ver dados laboratoriais valiosos chegarem tarde demais às mãos de quem precisava deles para salvar vidas.
O MICLAB nasceu motivado pelos feitos e pela visão científica do Prof. Dr. Felipe Tuon, pesquisador de referência nacional em doenças infecciosas e resistência antimicrobiana. Foi nos espelhando em seu trabalho rigoroso e na sua dedicação ao avanço da microbiologia clínica que surgiu a "gana" de criar esta plataforma — com o propósito de levar inteligência de dados para dentro dos programas de Stewardship Antimicrobiano.
Ver perfil do Prof. Dr. Felipe TuonDesenvolvido por pesquisadores com participação em programas de pesquisa do CNPq e da PUCPR, o MICLAB surgiu da necessidade real identificada em programas de controle de infecção hospitalar: dados laboratoriais de qualidade disponíveis em tempo oportuno para a tomada de decisão clínica. A plataforma foi concebida para integrar os equipamentos laboratoriais existentes sem substituí-los, adicionando uma camada de inteligência analítica e vigilância epidemiológica.
As primeiras versões focaram na integração com autômatos de identificação e sensibilidade (BD Phoenix, BC), disponibilizando o antibiograma completo com interpretação CLSI em tempo real, aplicando algoritmos baseados em pesquisas. A classificação clínica —topografia geral, específica e ICS — foi adicionada para permitir análises epidemiológicas consistentes por sítio de infecção.
Com a incorporação dos módulos de epidemiologia — distribuição por sítio, perfil de antibióticos, análise por gênero e local de coleta — o MICLAB passou a oferecer dashboards interativos (Highcharts) com filtros cruzados. Relatórios exportáveis em Excel e CSV foram adicionados, permitindo análises externas e apresentações para comitês hospitalares.
A integração com os dados de MIC (Concentração Inibitória Mínima) permitiu a criação de histogramas de distribuição por organismo e antibiótico. Sobre esses histogramas, foram sobrepostas curvas de cobertura farmacodinâmica derivadas de simulações Monte Carlo por dose — permitindo avaliar qual esquema posológico oferece melhor probabilidade de atingimento de meta (PTA) para a população bacteriana do próprio hospital. A adoção do padrão BrCAST complementou a interpretação nacional.
O módulo de Vigilância Epidemiológica representa o salto mais significativo na plataforma. O algoritmo de detecção de surtos roda diariamente, identificando agrupamentos de organismos multirresistentes por setor de internação e notificando a CCIH automaticamente. O Monitoramento por Setor permite que a equipe veja em tempo real, para cada regra configurada, quais locais de coleta atingiram o limiar — com acesso direto à lista de pacientes e organismos envolvidos. O módulo de Limiares de Prevalência complementa com vigilância contínua da proporção de organismos resistentes, emitindo alertas quando os limites predefinidos são ultrapassados.
O MICLAB hoje é uma plataforma completa que cobre todo o ciclo do stewardship antimicrobiano: da recepção do resultado laboratorial à decisão terapêutica, passando pela vigilância ativa de surtos, análise PK/PD e sugestão de opções terapêuticas baseadas no perfil microbiológico institucional. Compatível com CLSI, BrCAST e EUCAST, opera em ambiente seguro com conformidade à LGPD e suporte multi-hospital.
Pesquisador de referência nacional em doenças infecciosas e resistência antimicrobiana, com dezenas de publicações em periódicos internacionais de alto impacto. O Prof. Dr. Felipe Tuon foi a inspiração central que motivou a criação do MICLAB. Foi nos espelhando em seu trabalho rigoroso, na sua capacidade de transformar dados em conhecimento clínico aplicado, e na sua dedicação ao avanço da microbiologia clínica brasileira que tivemos a "gana" de construir esta plataforma.
LinkedInPesquisadores com atuação em resistência antimicrobiana, epidemiologia hospitalar e tecnologia aplicada à saúde.
Pesquisador em resistência antimicrobiana com especialização em Ciência de Dados/IA/PLN (PUCPR/UFPR/UFG) e tecnologia aplicada à microbiologia clínica. Responsável pela arquitetura de dados, desenvolvimento de algoritmos e engenharia da plataforma MICLAB — da modelagem do banco de dados ao front-end clínico.
LinkedInPesquisadora com participação em programas de pesquisa da PUCPR e do CNPq, com atuação em epidemiologia de microrganismos resistentes e programas de controle de infecção hospitalar. Contribui com o rigor científico nos modelos epidemiológicos e na validação dos algoritmos de vigilância da plataforma.
Ver PerfilPesquisador em resistência antimicrobiana com participação em programas de pesquisa da PUCPR e do CNPq, com foco em análise de dados microbiológicos e suporte científico ao desenvolvimento do MICLAB. Responsável pela fundamentação científica dos modelos de detecção e dos critérios de interpretação clínica.
LinkedInEscolhas técnicas orientadas por estabilidade, segurança e desempenho em ambientes hospitalares.
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